Fruta com gosto de chocolate

Se você acha que uma fruta com gosto de chocolate seria bom demais para ser verdade, saiba que ela realmente existe! Essa deliciosa fruta é nativa do leste do México e da América Central

Conhecida como “Black Sapote” ou “Sapota preta”, é uma fruta tem um gosto muito parecido com o de um pudim de chocolate, mas não apenas o gosto como sua consistência também. Ela pode ser saboreada crua ou até mesmo cozida, e pode substituir o chocolate.

Eu sei o que você está pensando: “Quem iria substituir o chocolate?!” Bom, se o gosto é semelhante mas com menos gordura, açúcar e outros derivados que fazem mal a nossa saúde, considerar substituir o chocolate por ela seria uma excelente opção.

A sapota preta tem pouquíssima quantidade de gordura, tem quatro vezes mais vitamina C que uma laranja e quantidades significativas de cálcio e ferro. Ela é um sonho realizado para quem faz dietas. Infelizmente, ainda não é comum no Brasil.


Fonte: Ocioso Curioso

Estalar os dedos faz mal?


Ninguém sabe ainda. Isso porque não há sequer consenso sobre os motivos do crec-crec. Enquanto alguns especialistas acreditam que o barulho tenha a ver com uma variação de pressão no líquido que protege as articulações, outros apontam o estiramento dos ligamentos como causa mais provável. Mas nenhuma das duas teorias foi comprovada. Quanto aos danos que o hábito pode causar, um estudo publicado em 2011 concluiu que não há evidências de que um histórico de estalar os dedos com frequência aumente o risco de ter osteoartrite (doença degenerativa das articulações) nas mãos. Mas não custa lembrar que as articulações não fazem barulho naturalmente. Isso só rola quando elas são forçadas com uma flexão ou torção. Assim, estalar os dedos pode não fazer mal, mas com certeza também não faz bem. E ainda pode virar um tique nervoso.
Os médicos que questionam a teoria do líquido sinovial argumentam que, em articulações normais, esse fluido está presente em quantidade muito pequena
As articulações metacarpofalângicas são as mais móveis e, por isso, mais fáceis de estalar
Barulhinho bom
Há duas teorias principais para explicar o estalar: uma envolve gases, a outra envolve um coice
1. As articulações dos dedos são banhadas pelo líquido sinovial, um lubrificante que tem função de proteção e fica contido na cápsula articular, uma membrana composta por ligamentos que envolve nossas articulações. Há gases diluídos nesse fluido viscoso
2a. Quando os dedos são submetidos a alguma tração, a cápsula se estira, reduzindo a pressão na região. Uma teoria diz que, como consequência, os gases formam uma bolha que estoura, causando um estalido. Os gases levariam um tempinho para se diluir novamente e, por isso, não conseguiríamos estalar o mesmo dedo várias vezes na sequência
2b. Outra teoria diz que, ao serem flexionadas ou estendidas com certa força, as articulações dos dedos precisam voltar à sua posição inicial, o que causaria um impacto no revestimento sinovial. Quando isso acontece, os ligamentos sofreriam uma espécie de "coice", que emitiria o estalido
Explicação em Imagem

Fonte: Mundo Estranho

Afinal, Os peixes bebem água?


Beber não é bem o termo, pois eles praticamente não ingerem líquido. A pequena quantidade que entra pela boca vai para as brânquias, órgãos respiratórios onde também acontecem as trocas de água com o ambiente. Nos peixes de água doce, o líquido entra naturalmente no organismo, por osmose. Isso acontece devido à concentração de sais ser maior no corpo do peixe do que na água que o cerca. Como absorvem muita água, eles possuem um rim bem desenvolvido, capaz de eliminar excessos. Já nos peixes marinhos, a tendência é inversa: o animal é que perde água para o ambiente e os rins são pouco desenvolvidos (justamente para evitar maior perda de líquido). O excesso de sais é eliminado por meio de glândulas especiais localizadas nas brânquias. Para realizar todas essas funções, é fundamental manter uma boa circulação de água.
                                         Fig. Brânquias ou Guelras
Por isso, depois da entrada do líquido, o peixe fecha a boca e pequenos ossos chamados opérculos obstruem a superfície das brânquias, também conhecidas como guelras. "Com esses orifícios fechados, cria-se uma pressão que impulsiona a água em direção aos filamentos branquiais, responsáveis pela retirada do oxigênio", explica o biólogo Naércio Aquino Menezes, do Museu de Zoologia da USP. O sangue flui nos vasos capilares localizados nas brânquias em sentido contrário ao da água. Essa contra-corrente faz o oxigênio passar para o sangue, enquanto a água absorve o gás carbônico. Após esse processo, que dura poucos segundos, o peixe abre os opérculos, eliminando a água. Por viverem em meio líquido, os peixes não precisam beber água para hidratar a pele, ao contrário dos animais terrestres.

Como se recuperar de um pé na bunda


O fim de um relacionamento é quase sempre traumático, mesmo quando imaginávamos que a relação estava prestes a acabar. Não importa se é por falta ou excesso de amor, se é por uma questão de fidelidade ou comodismo, ver o fim de nossa história romântica faz com que a gente se sinta péssimo.
Nessas situações de rompimento, especialmente pela ótica da pessoa que leva o famoso “pé na bunda”, o cérebro age de uma maneira específica, dentro do que alguns pesquisadores chamam de “paixão reversa”.

O vício do amor

Mesmo quando não é correspondido – e especialmente antes de sabermos disso –, o amor nos faz mais felizes, mais bobos, mais sorridentes e alegres. É uma droga, portanto, que afeta até mesmo nossos batimentos cardíacos e faz com que nosso cérebro libere substâncias capazes de nos deixar eufóricos – é difícil não “viciar”.
Depois de um tempo ao lado da pessoa amada, seu corpo se acostuma a sentir todos esses efeitos prazerosos. Eles diminuem com o passar do tempo, mas, se a relação acaba, seu cérebro entra em pane e fica obcecado tentando sentir de novo a mesma emoção do início do namoro. Essa vontade absurda de experimentar a “droga” novamente e a noção de que a realidade é diferente nos coloca, literalmente, em um estado de pane mental e emocional.
Nesse sentido, tudo o que nos lembra da pessoa (fotos, músicas, cheiros, lugares) acaba ativando nosso mecanismo cerebral de recompensa, que é a mesma área que se liga em usuários de drogas, especialmente da cocaína e da nicotina. E, olha só, é a mesma área que brilha como fogo quando as pessoas estão perdidamente apaixonadas e não conseguem pensar em nada além do ser amado.
Essa região de recompensa, quando está acionada, bombardeia nosso corpo com dopamina, que ativa a nossa vontade de querer sempre mais. O desejo absurdo de experimentar mais dessa sensação nos motiva a procurar coisas que nos deem esse mesmo prazer. No caso de uma relação amorosa, essa “coisa” que queremos de novo é justamente a pessoa que acabou de nos abandonar. Aí complica.
Como você não tem acesso à “droga” em questão, seu cérebro vai continuar importunando a sua vida, de modo que seu sistema de recompensa vai fazer com que você tenha comportamentos realmente idiotas, como encher a cara e ligar para o ex ou sugerir “uma última noite de amor”.
A neurocientista Lucy Brown, que estuda a forma como o cérebro lida com o amor, explica que o término de relações românticas é mais difícil de ser superado porque esse esquema de recompensa do amor acaba comprometendo regiões primárias do cérebro. “Uma rejeição amorosa é uma coisa que muda a vida e envolve sistemas que estão no mesmo nível de sentir fome ou sede”.
Toda essa questão tão intensa nos faz ter sensações físicas e, inclusive, dor. O peito fica mais apertado, o estômago embrulha e, se isso for pouco para você, talvez ainda apareça aquela sensação típica de quando se recebe uma notícia ruim.
Pesquisas recentes revelaram que não é apenas nosso centro de recompensa que entra em pane depois do fim de um namoro. Regiões cerebrais responsáveis por controlar o stress e a nossa resposta à dor física também são afetadas quando um relacionamento acaba. Então, ainda que as áreas do cérebro vinculadas à dor em si estejam “desligadas”, as que lidam com a resposta da dor acabam nos deixando ansiosos da mesma forma que ficamos quando algo muito ruim acontece.
Infelizmente, esse tipo de dor e de sensação horrível pode durar algum tempo antes de você dizer que superou o fim. Se você quer uma estimativa mais precisa, Brown explica que a superação pode demorar de seis meses a até dois anos – nesse meio tempo, o fundamental é evitar as famosas “recaídas”, exatamente como nos casos de usuários de droga.
Ainda que dois anos pareça tempo demais, saiba que esse processo é natural e acontece com a maioria das pessoas. Separações são difíceis porque interferem justamente em um sistema que nos conecta com outros indivíduos. Na tentativa de nos manter unidos, nosso cérebro faz toda essa confusão. No caso de pessoas que querem reatar, esse processo todo é vantajoso, agora, quando a ideia não é voltar à relação, isso dói quase tanto quanto quebrar um osso. Todo dia.
Você deve ter percebido que falamos apenas do lado de quem sofre com o fim do relacionamento, e, nesse sentido, a Ciência só nos prova que a vida realmente não é justa: cientificamente falando, não se sabe quase nada sobre como funciona a cabeça de quem deixa de amar alguém e resolve colocar o ponto final na relação.
Ao que tudo indica, talvez nosso cérebro tenha um mecanismo de “desapaixonamento lento”, que vai enfraquecendo nossas conexões cerebrais aos poucos de modo que, com o passar do tempo, a vontade de ficar com a pessoa simplesmente vai embora.

Tem cura?

Há evidências que nos mostram que o cérebro humano já tenta nos fazer seguir em frente logo depois do fim de um relacionamento. Nesse sentido, podemos nos apegar àquilo que mais nos motiva e nos deixa felizes. Felizmente, da mesma forma que somos inundados por uma sensação de dor e desejo de ter a pessoa de volta, também recebemos estímulos cerebrais para mudar de comportamento.
Parece uma bagunça – e é exatamente isso –, mas nosso cérebro faz tanta confusão assim com uma boa intenção: ele só quer nos ver bem de novo e, por mais que pareça exatamente o contrário, a ideia é regular nossas emoções e, dessa maneira, seguir em frente.
O importante é manter em mente que, apesar de essa recuperação ser demorada, a obsessão romântica eventualmente vai acabar e você vai superar o fim. A dica de Brown é simples: quando seu cérebro trouxer lembranças do ex, em vez de focar nas coisas boas, o ideal é se lembrar apenas das negativas – é cruel, mas é isso que vai acelerar o processo de cicatrização.

15 Incríveis Castelos de Areia

Você gosta de castelo de areia? garanto que você nunca viu um castelo de areia profissional. Então da uma olhada no trabalho que o artista Calvin Seibert faz.
















E aí curtiu?

Como abrir 5 garrafas de cerveja ao mesmo tempo [vídeo]


Se você ainda estiver sóbrio, tiver tempo sobrando e mais cinco amigos que estejam dispostos a fazer algo incrível, tente fazer o mesmo que estes garçons alemães fizeram.

Nos comentários do vídeo no youtube do vídeo de hoje tem gente dizendo que eles são a “versão alemã” do One Direction, outros dizem que são suíços, mas não importa, o que importa é que são criativos. Assista ao vídeo seguir:

Descubra seu estilo


João Rocha, um diretor de arte de Portugal resolveu criar um Tumblr cujo qual ele batizou de "2 Kinds Of People" (2 Tipos de Pessoa). Neste Tumblr ele insere imagens criadas por ele mesmo, que mostram diversas situações do nosso cotidiano bem como cada pessoa lida de maneira diferente com cada uma destas situações. Qual é o seu estilo? Descubra quais das situações a seguir representam melhor você:






















E aí, se identificou com quais situações?

Como é calculada a idade do cão?


Certamente já ouviu dizer que para calcular a idade de um cão basta multiplicar cada ano por sete, e esse número corresponde à idade do homem. A verdade é que nem tudo o que é dito e aceite na gíria corresponde à realidade dos fatos.
Esta relação a que estamos habituados a ouvir não corresponde à realidade, já que a idade do cão varia com a raça e o porte do animal. Tal como cada ser humano tem o seu próprio tempo de envelhecimento, também os animais seguem a mesma tendência. O tipo de alimentação, as doenças e os cuidados em geral que os animais recebem dos seus donos, ajudam a retardar o envelhecimento, apesar de estes factores não serem determinantes.

Então como é feito o cálculo da idade do cão?

Tal como dissemos, o cálculo da idade de cada cão varia consoante o porte e a raça, ou seja, os cães de grande porte apresentam um envelhecimento mais rápido face aos de pequeno porte.
Outro ponto que deve ser levado em consideração para quantificar a idade real de um cão é o seguinte: o envelhecimento do cão é mais acentuado nos dois primeiros anos de vida, ou seja, para a maioria das raças o primeiro ano de vida corresponde a 15 anos relativamente à idade humana, enquanto que o segundo ano corresponde aos 24 anos da idade humana. Após o terceiro ano de vida do cão, o cálculo sofre uma pequena alteração e a partir daí cada um envelhece de acordo com o seu porte e raça.
Assim sendo, a média (a partir dos 3 anos) é a seguinte: para cães de pequeno porte podemos multiplicar a sua idade por 5 e para cães de porte médio multiplicamos a sua idade por 6 e multiplicamos a sua idade por 7 ou por 8 se forem cães de grande porte.

A tabela explicativa da idade do cão / idade humana



Tabela comparativa da idade do cão com a idade humana

Esperança média de vida por raça

  • 7-10 anos – Grande Danois, Newfoundland, King Charles Spaniel;
  • 9-11 anos – São Bernardo, Bloodhound, Chow Chow, Boxer, Bulldog Francês;
  • 10-13 anos – Airdale Terrier, Dalmatian, German Sheperd, Scottish Terrier;
  • 12-15 anos – Beagle, Bichon, Frise, Collie, Doberman, Papillon, Pomeranian;
  • 14-16 anos – Boston Terrier, Cairn Terrier, Cocker Spaniel, Chihuahua, Corgie, Golden Retriever, Irish Setter, Jack Russel Terrier, Maltese Terrier, Poodl, Schnauzer, Shih Tzo, West Highland White Terrier, Yorkshire Terrier;
  • 15-18 anos – Dachshund, Poodle, Chihuahua;

Estes dados são apenas indicativos, uma vez que depende do dono procurar dar uma tranquila e relaxada velhice ao seu cão e contribuir para que a sua vida seja a mais duradoura e feliz quanto possível.

Sinais de velhice dos cães

Tal como os humanos, também os cães não envelhecem do mesmo modo. Existem cães com alguma idade que ainda correm e saltam, não apresentando qualquer sinal de velhice. A verdade é que a esperança média de vida do cão também tem vindo a aumentar, não só devido aos cuidados generalizados dos donos, mas também devido à diversificada oferta na alimentação, o que contribui para que as necessidades do cão sejam supridas em cada fase da vida.
  • Até 7 Kg – primeiros sinais de velhice entre os 9 e os 11 anos
  • De 8 a 25 Kg – primeiros sinais de velhice entre os 7 e os 9 anos
  • De 25 a 40 Kg – primeiros sinais de velhice entre os 6 e os 8 anos
  • Mais de 40 Kg – primeiros sinais de velhice entre os 4 e os 6 anos